Já se foi o tempo em que fazer muita hora extra e frequentemente era, de certa forma, bem visto pelas empresas. Nos dias de hoje, temos mais ciência das consequências que o trabalho desenfreado pode causar para a saúde física e mental da pessoa e isso acaba não só fazendo mal ao profissional, como também à própria empresa, uma vez que as patologias causadas por esse esgotamento podem levar ao afastamento do colaborador.

No caso dos profissionais de vendas ou trade marketing- os quais passam boa parte do dia em campo -, esse cansaço físico e mental torna-se ainda mais perigoso, principalmente quando precisam percorrer longas distâncias de carro ou moto.

Com o corpo e mente cansados, corre-se o risco de se distraírem no trânsito ou, até mesmo, pegarem no sono, o que colocaria a sua vida e a de outras pessoas no trânsito em risco.

Por isso, neste conteúdo você irá entender melhor sobre a importância de se evitar que os colaboradores do seu time façam horas extras, controlar a rotina dos profissionais e como tornar o dia a dia do time de trade e vendas mais eficiente e enxuta, de forma que eles possam gastar menos tempo com tarefas operacionais e ganhar mais qualidade de vida.

O que é hora extra?

Em linhas gerais, a hora extra é um recurso que tanto a empresa quanto o colaborador têm par estender, em caráter excepcional, a jornada de trabalho em casos de necessidade – de forma, claro, que o profissional seja remunerado por isso.

Como estamos falando de profissionais de vendas e trade marketing, vale ressaltar que esta categoria se enquadra em “funcionário externo”, o que significa que esses colaboradores exercem atividades que não se encaixam nos padrões de horário fixo de trabalho.

E não é por isso que esse controle não deva existir, muito pelo contrário: ter a rotina desse profissional monitorada é importante para ele, que poderá, de certa forma, “provar” o excesso de trabalho (caso haja); e para a empresa, que, ao ter ciência da sobrecarga, conseguirá contratar mais pessoas para essa função – ou verificar se o colaborador não está, na verdade, com tempo ocioso.

Hora extra: por que evitar?

Antes de mais nada, imagine a seguinte situação: em um mês atípico, no qual a demanda realmente foi maior, um vendedor ou promotor teve que fazer hora extra quase todos os dias e, graças a isso, conseguiu entregar todas as suas tarefas e com maestria.

Percebendo essa “eficiência”, o gestor começa a aumentar a quantidade de demandas desse profissional e ele, por querer mostrar resultado (e temer perder o emprego, caso não alcance bons resultados), acaba aceitando a sobrecarga, muitas vezes sem nem perceber que está trabalhando mais do que o normal. 

Um dia, esse profissional, por estar nessas condições, acaba esquecendo de algo ou não conseguindo realizar todas as suas tarefas e sofre represálias por isso. Com isso, ele trabalha ainda mais para compensar essa falha, mostrar que pode, sim, apresentar bons resultados e “se provar” para seu líder.

Assim, o promotor ou vendedor começa a deixar de lado a sua vida pessoal (família, amigos, hobbies e lazer) para focar quase que todo o tempo no trabalho e, em algum momento, sente o peso desse cansaço

Mas os resultados ainda são importantes, então ele se força até o limite para entregá-los; e, quando não consegue, fica com o sentimento de incapacidade e inferioridade. Com esse ciclo se repetindo por muito tempo, chega o momento em que a estafa mental vai ao limite e o corpo e a mente pagam o preço desses excessos.

Essa história, especificamente, pode até ser fictícia, mas é não impossível de se acontecer ou incomum.

Inclusive, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) publicados na Agência Brasil, em 2019, cerca de 20 mil brasileiros pediram afastamento médico no ano por doenças mentais relacionadas ao trabalho.

Ao mesmo tempo, a Síndrome de Burnout, ou esgotamento profissional, vem se tornando um problema cada vez maior para profissionais e empresas, o que contribui fortemente para esses números.

Por isso, mais do que nunca, é importante garantir que a equipe realize as demandas dentro do horário de trabalho ou façam horas extras o mínimo possível.

Porém, de nada adiantará trazer essas palavras somente no discurso (ou, até mesmo, proibir os colaboradores de fazerem horas extras) se não houver uma melhor distribuição e organização de demandas. Ou seja: para coibir o trabalho excessivo e garantir que os profissionais entreguem as tarefas com qualidade e sem sobrecarga, é preciso se assegurar de que a quantidade de demandas é adequada para uma quantidade de horas de trabalho normal.

Além disso, vale relembrar que se esse trabalho excessivo não for bem controlado ou se não houver um regime, formalizado em contrato, que recompense o colaborador pelas hora trabalhadas a mais, as chances de a empresa sofrer processos judiciais são altíssimas. Então, perde-se de todos os lados.

Como fazer esse controle?

Para fazer o controle de horas trabalhadas, existem algumas tecnologias de ponto eletrônico que permitem que o colaborador marque a hora que entrou e saiu de qualquer dispositivo – como o celular, por exemplo -, bastando ter acesso à internet.

Mas, como dissemos anteriormente, não adianta ter documentadas as horas de trabalho do colaborador se não há uma mudança na rotina de trabalho da área.

Para que o profissional deixe de fazer hora extra, é preciso reavaliar os processos e fluxos da área e, com isso, encontrar formas de tornar a rotina de trabalho mais ágil e menos sobrecarregada. 

Distribuindo rotas e carteiras de forma automática

Uma das formas de fazer isso na área de vendas ou trade marketing é garantindo que a agenda de visitas esteja sempre organizada e estrategicamente montada, considerando os caminhos mais rápidos, um tempo adequado entre uma visita e outra e uma quantidade razoável de clientes e/ou PDVs por dia. Para isso, basta que a equipe tenha um Roteirizador Comercial como o da REsight, empresa brasileira especializada em soluções para execução e monitoramento de varejo.

Por meio desta tecnologia, o promotor ou representante de vendas terá rotas traçadas de forma inteligente, considerando o tempo médio de visita e com o tipo de transporte (carro ou transporte público) – o que irá resultar em uma economia de tempo tanto para o profissional quanto para a gestão e, claro, de dinheiro.

Desabilitando horas extras

Ao distribuir rotas e carteiras o sistema oferece a opção de habilitar ou não a função de “pagamento de horas extras” . Na prática quando o gestor optar por não permitir hora extra, o sistema automaticamente faz a distribuição do PDV de forma mais uniforme.

Isso permite, também, que a liderança tenha mais visibilidade da relação entre demandas x braço, o que facilita a identificação da necessidade ou não de aumentar a equipe.

Saiba mais sobre o Roteirizador Comercial da REsight, a tecnologia que cria rotas e carteiras de forma automática com o uso da inteligência artificial.

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